Fique atento aos riscos: Cresce o índice de roubo e furto de caminhão no Brasil

O transporte rodoviário representa 60% do transporte de cargas no Brasil. Com uma frota de 2.209.440 caminhões em circulação no país, o setor, apesar de tão importante para a economia, tem muitos desafios relacionados à segurança.  

Neste artigo você vai ver:

  • Média mensal de roubo de caminhão cresceu 18% em 2021;
  • Quais modelos mais visados por criminosos;
  • Quais cargas mais visadas para roubos;
  • Gestão de riscos para frotas e transporte de cargas

Quando falamos em roubo ou furto de caminhões, na maioria das vezes temos assaltantes fortemente armados, sequestro de motoristas e um grande interesse na carga ou peças dos veículos. 

Com frequência vemos quadrilhas dedicadas a este tipo de crime. Um exemplo é o caso da operação que investigou uma série de roubos no Rio de Janeiro, no ano de 2020. A busca começou a partir de uma ocorrência, onde o grupo rendeu o motorista que levava uma carga de leite avaliada em R$18 mil, roubando também o veículo, avaliado em R$80 mil.

O desenrolar da operação mostrou que o mesmo grupo foi responsável por pelo menos 13 roubos à mão armada no período entre julho de 2019 e agosto de 2020, totalizando um prejuízo de mais de R$2 milhões para as vítimas.

Média mensal de roubo de caminhão cresceu 18% em 2021

Os altos e baixos sofridos pelo transporte de cargas desde o início de 2020 – no contexto da pandemia de covid-19 – se reflete também nos índices de segurança neste período. 

De acordo com um levantamento realizado pelo Grupo Tracker, até mesmo a criminalidade diminuiu nas rodovias brasileiras nos meses mais críticos da pandemia, quando houve uma baixa na demanda de fretes. 

No entanto, o que se observa na retomada das atividades é que o número de roubos e furtos de caminhões cresceram 18% nos três primeiros meses de 2021, quando comparados com outubro, novembro e dezembro de 2020.

O relatório aponta ainda que a média mensal de roubos e furtos entre janeiro, fevereiro e março deste ano foi 25,5% maior do que a média mensal de 2020, superando os índices de antes da pandemia.

Quais modelos mais visados por criminosos?

Em geral, o que motiva o roubo ou furto de caminhões é a possibilidade de levar o veículo para um desmanche para revenda de peças. É comum, também, que o caminhão seja levado quando há interesse na carga.  

No relatório de veículos roubados, da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, que inclui o número de sinistros ocorridos e o número de veículos expostos (segurados), entre os modelos mais visados por criminosos, temos:

  • Iveco Eurotrakker: Muito comum no transporte de cargas para os segmentos canavieiro, madeireiro, minerador e de construção pesada. A linha atende as composições do tipo “Romeu-e-julieta”, treminhão, bitrem, rodotrem e basculante.
  • Ford Cargo: O Ford Cargo e suas variações aparecem frequentemente nas ocorrências de roubo ou furtos. Os modelos de grande porte, tem capacidade para um grande volume de cargas, chamando a atenção de assaltantes. 
  • Mercedes Benz Axor: Está entre os mais populares no transporte de cargas, e por isso também aparece com maior frequência na relação de veículos roubados. Se torna interessante tanto para o porte da carga, quanto para a venda ilegal das peças. 

A carga também é um fator de risco

Como já mencionamos, a carga é um fator que deve ser considerado na hora de avaliar as ameaças. No ano de 2020 foram mais de 14 mil ocorrências de roubo de cargas, de acordo com um levantamento da NTC&Logística. 

Entre as cargas mais desejadas por assaltantes, temos:

  • Produtos alimentícios: Estão entre as cargas mais roubadas no Brasil. Um dos principais motivos para que isso aconteça é a facilidade de repasse e venda no comércio. Ainda, por existir uma alta demanda neste segmento, há um número maior de cargas expostas.  
  • Cigarros: Como acontece com os produtos alimentícios, os cigarros têm alto grau de escoamento após o roubo. Sendo um produto com alta carga tributária, se torna interessante para comerciantes que querem adquirir produtos sem procedência legal. 
  • Combustíveis: Por seu alto valor e usabilidade, combustíveis de todos os tipos são altamente visados por criminosos. Neste caso, são operações mais complexas e planejadas, que colocam em risco tanto a carga, o veículo e a vida do motorista. 
  • Eletroeletrônicos: Os produtos eletroeletrônicos tem uma grande aceitação no mercado negro. Por terem um alto valor quando vendidos em lojas legalizadas, produtos como notebooks, videogames, celulares, TVs, eletrodomésticos são vendidos em ampla escala por meios ilícitos e valores mais baixos.
  • Produtos farmacêuticos: Medicamentos se tornam visados pois, na venda ilegal não se torna necessário a prescrição médica para sua aquisição. Uma característica deste tipo de roubo de cargas é que geralmente é feito com planejamento e por encomenda. 
  • Bebidas: Assim como produtos alimentícios, as cargas com bebidas são muito visadas por sua aceitação no mercado ilegal. Quando falamos em bebidas alcoólicas como vinho, destilados importados existe um alto valor agregado.
  • Autopeças: Por fim, carregamentos com autopeças também exigem uma maior atenção e segurança. São produtos de alto valor agregado e estão entre os mais procurados pelo mercado ilegal.   

Leia mais: Roubo de cargas no Brasil gera prejuízo de R$ 1,2 bilhão. 

Dica de especialista: Mitigando os riscos na gestão de frotas e transporte de cargas

Promover uma maior segurança para sua frota e carga envolve um conjunto de ações. Ainda, cada operação tem suas particularidades, por isso, é imprescindível uma análise de riscos específica para o seu negócio. 

Eduardo Tavares, gerente de operações da Zattar Seguros reforça essa importância. “Atualmente o Mercado de GR, dispõe de diversos recursos como por exemplo: RDO vitimologia, mapeamento das melhores rotas, tecnologias de rastreamento para o cavalo e para a carreta, iscas, escoltas, equipe de campo de investigação, dashboard para análise das não conformidades durante a viagem, todos estes protecionais contribuem significativamente para diminuir a exposição aos riscos”, explica. 

Além disso, estratégias de prevenção devem estar alinhadas a medidas de contenção de perdas, com apólices adequadas para a operação. Isso contribui para a otimização de custos. “É preciso uma visão global, para indicar ações de acordo com a necessidade do cliente, sem excessos e sem faltas”, completa.

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Brasil registrou 14 mil ocorrências de roubos de cargas em 2020

Levantamento da NTC&Logística revela persistência do problema para o transporte rodoviário. Prejuízo chega a R$ 1,2 bilhão.

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) divulgou o Panorama Nacional – Roubos de Cargas 2020. Realizado com uma base de informações colhidas em fontes formais e informais, o relatório trouxe um total de 14.159 ocorrências de roubos de cargas no Brasil no período de um ano.

A região Sudeste continua a ser a mais afetada, arcando com 81,33% das ocorrências. Em seguida, aparecem as regiões Sul, com 8,89%; Nordeste, com 6,66%; Centro-Oeste, 1,91%; e, por último, a região Norte, com 1,21%. 

Entre os produtos mais visados por ataques criminosos, se destacam:

  • Produtos Alimentícios 
  • Cigarros
  • Combustíveis 
  • Eletroeletrônicos 
  • Produtos Farmacêuticos 
  • Bebidas
  • Autopeças 
  • Defensivos Agrícolas 
  • Têxteis e Confecções 

Medidas de segurança cooperam com

a diminuição de ocorrências

Apesar de ainda mostrar um índice de ocorrências preocupante, os números de 2020 apresentam uma queda de 23% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 18.382 casos. 

De acordo com o assessor de segurança da NTC&Logística e responsável pelo levantamento, coronel Paulo Roberto de Souza, a redução está relacionada ao investimento das empresas em tecnologias e medidas de segurança em suas operações, o que possibilita uma resposta muito mais rápida e ativa em relação às tentativas de delito, e, também, ao trabalho dos órgãos de segurança pública, que têm atuado com mais rigor no combate aos delitos de roubos de cargas.

Com informações: CNT.org

Gerenciamento de riscos e prevenção no transporte de cargas 

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Quais os principais tipos de crises nas organizações?

Uma análise de 4.500 casos de empresas nacionais e estrangeiras trouxe um panorama sobre as situações de crises e lições importantes sobre prevenção aos riscos. Confira. 

Toda organização está sujeita a sofrer um evento capaz de gerar uma crise. No contexto atual, onde os negócios passam por transformações em um ritmo acelerado, há uma série de fatores internos e externos capazes de impactar a produtividade da empresa, interferir nas relações comerciais e afetar permanentemente sua reputação. 

Por isso, essa é uma preocupação real que faz parte da rotina de executivos. De acordo com a Pesquisa Global sobre Crises, realizada em 2019 pela PwC, sete a cada dez organizações já enfrentaram um momento de crise em um período de cinco anos, e, entre elas, o número médio de crises enfrentadas é superior a três. 

Foram cerca de 2 mil entrevistados de 43 países, entre eles, 150 do Brasil, que compartilharam suas situações de crise e como foi seu gerenciamento. 

Problemas operacionais estão no topo

Mais da metade dos entrevistados – 56% no Brasil e 53% no mundo – diz que pelo menos uma das crises foi de natureza operacional, como: pane nas atividades, problemas na cadeia de suprimentos, perda de competitividade e vários tipos de falha de produto. 

Na sequência, os fatores mais citados foram:

  • Crises financeiras envolvendo problemas de liquidez e ativismo de acionistas; 
  • Crises relacionadas à tecnologia (falhas e/ou crimes cibernéticos);
  • Questões humanitárias; 
  • Aspectos legais. 

No mundo, organizações com 5 mil funcionários ou mais tendem a vivenciar um número maior de crises relacionadas a crimes cibernéticos (26%), catástrofes naturais (22%), liderança (17%) ou falta de ética (16%) incluindo fraude, corrupção e desonestidade corporativa.

O papel da Gestão de Riscos na prevenção de crises

Situações de crise acontecem e podem impactar na saúde da empresa de diversas formas. Porém, as organizações que contam com gestão de riscos e planos de gerenciamento de crise tem capacidade de controlar esse momento – muitas delas até aumentam sua receita.

Quando existe uma postura preventiva, formas de conter danos, proteger o patrimônio e ter dados confiáveis para respostas rápidas, a empresa ganha competitividade e força. 

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Gerenciamento de riscos é prioridade de conselhos de administração em 2021

Em pesquisa com organizações do Brasil, Chile e Argentina, o tema foi colocado como principal por 51% dos entrevistados.

Após um ano de crise devido à pandemia provocada pelo Coronavírus, empresas mostram tendência relacionada aos riscos. As ameaças sempre existiram, porém, o tema que sempre competiu com outras pautas urgentes no desenvolvimento dos negócios – como inovação e tecnologia – ganhou uma posição de destaque no planejamento e estratégia das organizações. 

Quem aponta a mudança é a pesquisa realizada pelo EY Center for Board Matters (CBM), com profissionais que integram conselhos de empresas de capital aberto e fechado na Argentina, no Brasil e no Chile. O estudo, feito entre o fim de 2020 e o início de 2021, mostra que o tema “estratégia, performance e projeções” colocado como principal na edição anterior, perdeu o espaço para o “gerenciamento de riscos” em primeiro lugar na lista de prioridades dos conselhos para o ano de 2021, indicado por 51% dos participantes. 

A publicação traz uma série de considerações aos conselhos, no intuito de apontar caminhos que possam orientá-los na tomada de decisões atreladas às seis prioridades identificadas nas respostas: 

  • Gerenciamento de riscos (51%) 
  • Inovação e disrupção (49%)
  • Critérios ESG (48%)
  • Transformação digital e novas tecnologias (39%) 
  • Planejamento estratégico de longo prazo e alocação de capital (35%) 
  • Resultado, desempenho e metas econômico-financeiras (27%)

Olhar atento ao gerenciamento de riscos

Em um contexto onde as transformações ocorrem de forma acelerada, as organizações ficam expostas a riscos internos e externos, que podem gerar grandes impactos nos negócios. 

“Já vínhamos de uma tendência de grandes investimentos em tecnologia e inovação, e, de repente, as empresas precisaram se adaptar a um novo cenário e muitas que não estavam preparadas tiveram grandes perdas”, explica XXX, especialista em riscos da Zattar Corretora de Seguros.  

Tudo isso deixa clara a importância de conhecer e monitorar os riscos para identificar possíveis novas ameaças, para dar mais segurança ao enfrentar momentos de crise.

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O papel do RC Empregador em casos de acidentes de trabalho

A apólice de Responsabilidade Civil do Empregador protege o patrimônio das empresas e garante suporte ao colaborador. Entenda.

O Brasil registra uma morte por acidente de trabalho a cada 3 horas e 40 minutos. Segundo o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, entre 2012 e 2018 foram contabilizados 17.200 falecimentos dentro dos 4,7 milhões de incidentes relacionados à atividade laboral. 

Os ramos e ocupações que sofrem com isso são diversos. No ranking, as ocorrências mais frequentes foram as de alimentador de linha de produção (192 mil), técnico de enfermagem (174 mil), faxineiro (109 mil), servente de obras (97 mil) e motorista de caminhão (84 mil).

Ao mesmo tempo em que a segurança no trabalho é constantemente debatida, os números de acidentes mostram o quanto este risco está presente independente do negócio ou tamanho da empresa. Isso evidencia a importância das organizações atuarem na prevenção e estarem preparadas para a contenção de danos

Diante das responsabilidades das organizações com seus colaboradores ou familiares em caso de acidentes de trabalho, existem produtos dedicados a dar suporte para as indenizações decorrentes deste tipo de evento, é o caso do RC Empregador. Saiba mais:

O que é RC Empregador?

Trata-se de uma apólice acessória do Seguro de Responsabilidade Civil Geral (RC Geral), que fornece suporte à empresa e ao empregado dando mais tranquilidade no gerenciamento de um acidente de trabalho. Ela é independente do Seguro de Vida, da legislação trabalhista ou do Seguro Obrigatório de Acidente de Trabalho, sendo necessária quando o segurado (empregador) é responsabilizado na esfera civil.

O que o RC Empregador cobre?

Esse seguro cobre a responsabilidade civil da empresa segurada por danos corporais sofridos por seus empregados ou prepostos, seja durante o expediente ou mesmo no trajeto de ida e volta do trabalho (quando a viagem é feita por veículo contratado pelo segurado). 

Assim, estão cobertos os riscos de morte e invalidez permanente do empregado, causada por acidente súbito e inesperado. 

Em alguns casos, existe a possibilidade também de incluir cobertura contra riscos materiais e danos morais, a depender da cláusula negociada no contrato do seguro. 

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Com informações: Agência Brasil


RC Ambiental: Acidentes durante o transporte de cargas

Não é de hoje que a agenda ambiental se mostra cada vez mais relevante para o desenvolvimento dos negócios. De um lado, as leis, normas e fiscalizações são cada dia mais rígidas, do outro, o passivo ambiental de empresas se torna fator de risco a ponto de afastar investidores.

Neste cenário, soluções para gerenciar riscos e proteger o patrimônio em casos de eventos que impactam o meio ambiente são medidas estratégicas para a saúde financeira e reputação das organizações.

Um produto importante ligado a essa necessidade é o Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental, ou apenas “RC Ambiental”. Na prática, além do reembolso por prejuízos decorrentes de danos materiais e corporais a terceiros, a cobertura também pode atender o ressarcimento das despesas com remediação e monitoramento ambiental, até mesmo custos jurídicos.

Quem precisa do Seguro RC Ambiental?

Comumente, acidentes envolvendo poluição e contaminação são atribuídos a grandes indústrias e empreendimentos. No entanto, é fundamental que as organizações, sendo grandes e pequenas, façam uma análise criteriosa de toda sua cadeia produtiva para identificar se este risco existe e qual a sua responsabilidade em cada processo.

São muitos os ramos de atividades sujeitos a riscos que envolvem danos ambientais. Os sinistros mais comuns estão ligados ao transporte de produtos ou resíduos. Um exemplo de algo que deve ser analisado, neste caso, é a corresponsabilidade do transportador e contratante sobre a carga e os prejuízos em casos de acidentes. Confira alguns números:

Transporte no topo da lista de acidentes com danos ambientais

O Relatório de Acidentes Ambientais, publicado pelo IBAMA, mostra as emergências ambientais por tipologia, onde quase 40% das ocorrências foram em rodovias. Na sequência, estão registros de emergências em plataformas (20%), embarcações (10%) e ferrovias (10%).

Nos índices da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), os transportes são os principais causadores de emergências químicas.

Durante o ano de 2020, 54,86% dos acidentes com emergências químicas foram por transportes rodoviários, seguido pelos acidentes na indústria (10,34%), e o transporte por duto (7,52%).

Segundo a CETESB, líquidos inflamáveis, substâncias corrosivas, gases inflamáveis e tóxicos são os principais contaminantes.

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Razões para contar com seguro de Responsabilidade Civil

Independente do segmento de atuação, quando falamos em proteção, a primeira preocupação é sobre os riscos aos quais seu patrimônio está exposto. Contudo, é importante lembrar dos danos que sua atividade pode causar.

É especialmente para estes casos que os Seguros de Responsabilidade Civil – ou apenas Seguros RC – foram criados. Tanto para empresas quanto para profissionais, eles garantem o cumprimento das obrigações decorrentes de danos materiais, financeiros e/ou corporais que podem causar a terceiros, no exercício de suas atividades ou em razão dos seus produtos.

Logo, o Seguro RC se aplica em ocorrências de cunho civil causados a terceiros, porém de causa involuntária, seja por negligência, omissão ou imprudência.

Por que é tão importante se proteger contra danos a terceiros?

Na medida em que as atividades econômicas se regularizaram, as leis ficaram mais abrangentes, sobretudo no que diz respeito à responsabilidade. Vemos isso nas leis trabalhistas, ambientais e no Código de Defesa do Consumidor.

Enquanto as pessoas também têm maior conhecimento de seus direitos, empresas e profissionais precisam estar preparados para se defender e assumir reclamações.

Hoje, o assunto que mais demanda o judiciário são as ações trabalhistas e as de natureza civil (contratos, obrigações e indenizações). A maioria dos conflitos, de acordo com o levantamento Justiça em Números, são primeiramente de cunho trabalhista, seguidas por questões de cunho civil, que incluem obrigações, contratos e indenizações e em terceiro estão as ações de Direito do Consumidor.

Os Seguros de Responsabilidade Civil abrangem diversas modalidades, em diferentes ramos de atuação. Contar com uma consultoria especializada para encontrar as melhores coberturas é fundamental para uma proteção completa. Entenda um pouco mais:

Por que o Seguro RC é indispensável para profissionais e empresas

Proteção para clientes
Um bom exemplo para prestadores de serviços, que são regulados pelo Código de Defesa do Consumidor prevê a responsabilização objetiva. Ou seja, não é necessário comprovar a culpa da empresa para que ela seja obrigada a indenizar um cliente que sofreu um prejuízo.

Proteção para trabalhadores
O relatório do ano de 2020 feito pela Organização Internacional do Trabalho (ILOSTAT), mostra o Brasil ocupando o 5º lugar no ranking de acidentes de trabalho não fatais, em números absolutos. Em casos de mortes, o país passa para o 3º lugar, atrás apenas dos EUA e China. Entendendo este cenário, existem diversos seguros específicos para cobrir indenizações relacionadas aos danos dos colaboradores.

Cobertura com custos jurídicos
Especialmente para profissionais liberais quando a responsabilidade é subjetiva. Ou seja, dependendo da comprovação da culpa, é necessária a defesa. Os custos para litigar judicialmente envolvem: custas judiciais e extrajudiciais, honorários advocatícios, perícias, multas, encargos legais na condenação, entre outros.

Reputação da empresa ou profissional
O diferencial de ter o seguro de responsabilidade civil é poder atender prontamente as determinações de pagamento de indenizações sem impactar o orçamento do negócio. Também é uma forma de proteger seus interesses e dar suporte aos seus clientes demonstrando comprometimento com a qualidade dos serviços prestados, colocando-se à disposição para reparar qualquer dano de forma responsável e ética.

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Investindo em capital humano

Como reflexo da pandemia e das novas configurações de trabalho, os benefícios de saúde e vida se intensificam como prioridade para os colaboradores de um lado e de outro, diferencial para reter talentos.

A sequência de crises gerada com a pandemia do Covid-19 exigiu jogo de cintura, tanto de gestores quanto de trabalhadores. O que restou foi um cenário desafiador: dificuldades financeiras, perda de poder de compra, reajustes salariais e muitas negociações.

A pesquisa Salariômetro, da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, evidenciou de que modo a saúde está no topo das preocupações. O benefício do vale-alimentação perdeu espaço para seguro de vida e plano de saúde.

O seguro de vida teve um crescimento de 10% nas negociações comparado ao ano anterior. O convênio farmácia cresceu 32,2%. Além disso, o plano de saúde teve um crescimento de 11%.

Os índices do mercado de seguros no Brasil reforçam a questão. Apesar de ainda ser pequena a parcela de pessoas e empresas que possuem algum tipo de seguro, houve um crescimento significativo na procura por proteção.

Para as pessoas físicas, as vendas de seguros de vida dispararam 136% em março, em relação ao mesmo período de 2019. Com relação aos seguros empresariais, houve aumento na procura por seguro de vida em grupo, com um aumento de 250% em março de 2020, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Em contrapartida, os dados indicam uma queda de 42,2% no número de negociações envolvendo vale-alimentação.

Uma tendência global na gestão das organizações

Um levantamento realizado pela Willis Towers Watson com o fórum CHRO Thinking Ahead Group – uma iniciativa para mapear tendências sobre desafios futuros em capital humano – coloca o bem-estar e a resiliência como a segunda principal tendência para 2021.

As ações voltadas ao bem-estar corporativo, conectadas às práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e de Governança), continuarão sendo necessárias na retenção de talentos e como diferencial de mercado.

Além disso, é importante analisar o retorno do investimento esperado, que pode ocorrer de forma indireta pela mitigação de custos potenciais. Por exemplo, o absenteísmo de um colaborador e tudo o que envolve este déficit no quadro de funcionários.

É claro que, no contexto de instabilidade econômica, isso ainda é um desafio. Por isso, para encontrar viabilidade nos benefícios corporativos, é importante identificar o perfil da empresa e oportunidades para otimizar os recursos com apólices adequadas.

Quais riscos globais os especialistas esperam para a próxima década?

Publicado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial, o Global Risk Report 2021 traz as principais ameaças previstas a curto, médio e longo prazo. Confira!

Em sua 16ª edição, o Global Risk Report é um dos principais documentos utilizados por governos e organizações para entender os riscos que permeiam a sociedade mundial e podem remodelar políticas, investimentos e negócios ao longo dos próximos anos.

O relatório baseia-se nos resultados da pesquisa de quase 700 especialistas e tomadores de decisão em todo o mundo, que foram questionados sobre suas preocupações para a próxima década, como os riscos globais interagem e onde existem oportunidades para agir para mitigar essas ameaças.

Percepções de riscos globais

De acordo com a publicação, o custo humano e econômico imediato gerado pela pandemia do COVID-19 é alto. Essa situação traz como efeito uma divisão digital cada vez maior, interações sociais interrompidas e mudanças abruptas nos mercados.

“Suas ramificações – na forma de agitação social, fragmentação política e tensões geopolíticas – moldarão a eficácia de nossas respostas a outras ameaças principais da próxima década: ataques cibernéticos, armas de destruição em massa e, principalmente, mudanças climáticas”, explicam os autores.

Os riscos de maior probabilidade para os próximos dez anos incluem:

  • Condições climáticas extremas;
  • Falhas em respostas climáticas e danos ambientais causados pelo homem;
  • Concentração de capacidades digitais;
  • Desigualdade digital;
  • Falhas em segurança cibernética;

Os riscos de maior impacto da próxima década incluem:

  • Doenças infecciosas (primeiro lugar);
  • Falhas nas respostas climáticas e outros riscos ambientais;
  • Armas de destruição em massa;
  • Crises de subsistência;
  • Crises com dívidas;
  • Quebra de infraestrutura de TI.

Classificação em curto, médio e longo prazo

Riscos claros e presentes: Quanto ao panorama futuro no qual esses riscos se tornarão uma ameaça crítica para o mundo, as ameaças mais eminentes – aquelas mais prováveis nos próximos dois anos – incluem crises ocupacionais e de subsistência, desilusão generalizada entre os jovens, desigualdade digital, estagnação econômica, danos ambientais causados pelo homem, erosão da coesão social e ataques terroristas. 

Efeitos em cadeia: Os riscos econômicos aparecem em destaque no período de 3 a 5 anos, incluindo estouro de bolhas de ativos, instabilidade de preços, choques de commodities e crises com dívida, seguidos por riscos geopolíticos, incluindo quebra de relações e conflitos interestaduais, além de geopolitização de recursos. 

Ameaças existenciais: No período de 5 a 10 anos, riscos ambientais como perda de biodiversidade, crises de recursos naturais e falha nas respostas climáticas se destacam, juntamente com armas de destruição em massa, efeitos adversos da tecnologia e colapso de Estados ou instituições multilaterais.

Melhores caminhos disponíveis para o controle de riscos e resposta a crises

Como incorporar o contexto global no planejamento e gestão de riscos do seu negócio? Se antecipar às ameaças e revisar regularmente suas estratégias de mitigação de crises será fundamental para o desenvolvimento e competitividade da sua organização.

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Brasil teve mais de 3 bilhões de ataques cibernéticos em 2020

Os índices registrados durante o último ano evidenciam a importância do cyber insurance e da gestão de riscos cibernéticos nas organizações. Veja o que as empresas estão fazendo diante deste risco.

O Brasil sofreu mais de 3,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos de janeiro a setembro de 2020. O número se incorpora a um total de 20 bilhões na América Latina e Caribe, conforme estudo divulgado pela Fortinet. Especialistas atribuem o fato à pandemia. O perfil dos ataques está muito relacionado ao nível de exposição de pessoas e empresas durante o período de isolamento, o avanço da digitalização e a adaptação ao trabalho remoto.

“Novo normal” e as novas ameaças

Este momento de transformação acelerada requer habilidades gerenciais dos gestores para entender o cenário. É hora de avaliar como suas empresas podem ser afetadas e se antecipar aos riscos e possíveis prejuízos.

Um levantamento apresentado pela March Brasil citou sinistros de empresas que chegaram a perder 15% do faturamento anual com incidentes cibernéticos.

Nesta corrida, a aquisição de seguros de risco cibernético aumentou expressivamente. Entre janeiro e agosto, o mercado de seguros cibernéticos cresceu 63,9% em relação ao mesmo período de 2019, alcançando R$ 24 milhões em prêmios, segundo a Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

Vulnerabilidades e responsabilidades diante dos riscos cibernéticos

As preocupações diante dos riscos com ataques cibernéticos envolvem tanto a vulnerabilidade das organizações, quanto sua responsabilidade referente aos dados de terceiros.

Políticas públicas se tornaram mais rigorosas com novas responsabilidades relacionadas a danos a terceiros, como consta na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em agosto de 2020.

A LGPD está ligada ao armazenamento e gerenciamento das informações de clientes, tornando as empresas diretamente responsáveis pelos registros dos consumidores. Eventos como vazamento de dados podem provocar penalizações e multas de até R$50 milhões – além de danos incalculáveis à reputação das marcas.

Saiba Mais

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fontes:
https://www.infomoney.com.br/economia/crescentes-ataques-ciberneticos-na-pandemia-ameacam-as-empresas-veja-como-se-proteger/
http://www.tecnisys.com.br/noticias/2020/ataques-ciberneticos-no-brasil-e-no-mundo
https://www.fortinetthreatinsiderlat.com/pt/Q3-2020/BR/html/trends#trends_position